Almoço-Convívio da CCaç 2378

Almoço-Convívio da C.Caç. 2378

OS EX-MILITARES DA COMPANHIA CAÇADORES 2378 que estiveram no LESTE DE ANGOLA no ALTO CHICAPA em 1968-70, realizam o seu almoço convívio dia 27 de Maio de 2017 em RIBAMAR. Contacto: António Encarnação - Tlm: 917 632 383 ou 915 471 872.





sábado, 19 de novembro de 2011

Fotos do ex-Op. Trms. A. Bilro Ferreira

1968 Noite de Natal estou ao fundo da mesa porque nessa
noite estava de serviço no posto rádio.

1968 Noite de Natal, o alferes Fortes a cantar.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fotos do ex-Op. Trms. A. Bilro Ferreira

Chegados ao Alto Chicapa deparamos com
esta placa, distancia de Lisboa 13.414 Km.
Eu e o Jorge á civil numa sanzala no Alto Chicapa. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fotos do ex-Op. Trms. A. Bilro Ferreira

Eu e o Alberto no navio UIGE a caminho de Luanda com escala
em Tenerife e Cabinda.

Eu e o Alberto no navio UIGE a caminho de Luanda, em
viagem civil.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

Fotos do Ex- Furriel Amandio Ferreira, 4°- pelotão da C. Caç. 2378

4° Pelotão – Alto Chicapa 10.7.68, construção de pontes e estradas.

4° Pelotão – 10.7.68, lançamento da 1° pedra no destacamento do Luma Cassai.
Ferreira, Benjamim e Inocêncio, 27.7.68, ponte quase concluída.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fotos do Ex- Furriel Amandio Ferreira, 4°- pelotão da C. Caç. 2378

4° Pelotão - Alto Chicapa 10.08.1968, lançamento da primeira pedra no destacamento do Luma Cassai


4° Pelotão – Alto Chicapa 10.07.1968, A construção de pontes e estradas.


Ponte quase concluída 27.07.68, Ferreira, Benjamim e Inocêncio. 

sábado, 30 de julho de 2011

O quartel – acampamento da C. Caç. 2378 no Alto Chicapa - Leste de Angola


 De um lado da picada, havia uma casa com os quartos dos oficiais e furriéis, atrás havia um acanhado posto de transmissões e de cripto, um forno de padeiro ao lado um refeitório construído com paus apanhados na mata e telhado de capim.


Do outro lado da picada, estendiam-se as tendas cónicas do tempo da segunda guerra mundial para abrigar os cabos e soldados. A luz á noite era uma lamparina artesanal, composta de uma garrafa de cerveja CUCA vazia um trapo e combustível, petromax era só para os oficiais, transmissões, cozinha e o padeiro. Tomar banho era no rio ou num chuveiro improvisado com um bidão de 200lt.
Mas havia um campo de futebol para se passar o tempo livre.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O destacamento do Luma Cassai


Passados uns dois meses por necessidades estratégicas militares, o quarto pelotão da c. caç. 2378, foi destacado para o Luma Cassai, foi render uma secção pertencente ao batalhão instalado em Henrique Carvalho (hoje Saurimo), que terminava a sua comissão.
O Luma Cassai dista do Alto Chicapa 115 km, 65km do Luena e 60 km do Dala. Quando chegamos,
deparámo-nos com uma sanzala, onde estava localizada a missão protestante, um pouco mais à frente, uma rua principal e única com habitações mais modernas e um posto da administração civil, um administrador florestal e quatro comerciantes. O nosso aquartelamento já dispunha de uma casa para o comando e outra para os restantes militares.
E assim ficou o pessoal da C. Caç. 2378 entregue ao seu destino, no  ALTO CHICAPA e LUMA CASSAI , durante vinte e três meses de 1968 a 1970 sempre em duras intervenções militares e civis.

A todos os ex-camaradas e/ou familiares ligados à C.CAÇ. 2378 (Os Ases do lá vai Aço) que cumpriu missão no ALTO CHICAPA e LUMA CASSAI – LESTE DE ANGOLA.
Vamos todos contribuir com notícias e estórias do presente e do passado. Este blogue abriu uma porta para o reforço da visibilidade e memória da C. Caç. 2378.
Amandio Ferreira 

terça-feira, 26 de julho de 2011

A viagem até ao Alto Chicapa, Leste de Angola



A Companhia de Caçadores 2378 começou pela manhã a preparar todo o material e o equipamento para iniciarmos a última caminhada até ao destino final, o Alto Chicapa, incluído na extensa coluna havia viaturas pesadas civis e militares com todo o material necessário para montar uma unidade militar. Almoçamos na unidade no Luso e iniciamos à tarde a viagem rocambolesca na distância de 180 km. Com uma paisagem muito diferente da que temos em Portugal, mato natural e virgem; viajamos em estrada de picada, com caminhos e pontes em péssimo estado.
Quando a coluna da C. Caç. 2378 chegou á sanzala Menuca, somos informados de um ataque a um camionista e ao ajudante de uma serração ali próxima, os dois homens estavam prostrados mortos, fizemos levantamento da situação e pernoitamos perto da sanzala com todas as defesas bem organizadas não fosse dar-se o caso de termos alguma surpresa durante o sono. Ao romper do sol, ainda mal refeitos do dia anterior lá continuamos, passamos no Luma Cassai, onde existia uma bela missão protestante.


Fomos continuando por picadas sinuosas e desgastadas pelas chuvas intensas africanas, por vezes reparávamos ou reforçávamos as pontes para os camiões pesados passarem, atravessávamos rios, muitos rios, íamos resolvendo as situações com os guinchos de algumas viaturas.

       As pontes                            

Passamos por algumas sanzalas, (aldeias) onde a população local nos recebia com júbilo e ao mesmo tempo talvez receio, devido ao grande aparato militar, que praticamente estava ausente naquelas paragens.
Por fim, a vasta coluna militar da C. Caç. 2378 avistou o Alto Chicapa, estávamos a 13.414 Km de Lisboa, subimos o monte e encontrámo-nos num pequeno planalto, é o Alto Chicapa pequeno lugar perdido no meio do mato com uma picada principal, três casas de construção a tijolo e telha, e mais ao lado há uma Sanzala onde vive o povo Quioco. Foi efetuada a adaptação ao local e a montagem das instalações militares de campanha muito rudimentares. Estava assim concretizada esta primeira grande viagem da Companhia de Caçadores 2378 até ao ALTO CHICAPA.
Amandio Ferreira